
ENTREVISTA AO CORONEL DE INFANTARIA MANUEL ANTÓNIO FRANCISCO LOPES CALADO, DIRECTOR DO CENTRO DE APOIO SOCIAL DE ÉVORA DO INSTITUTO DE ACÇÃO SOCIAL DAS FORÇAS ARMADAS, I.P. – CASÉVORA/IASFA I.P.
1.Pergunta:O que é o IASFA?
Resposta: O IASFA, I.P., é um Instituto Público integrado na administração indirecta do Estado, dotado de personalidade jurídica, com autonomia administrativa, financeira e património próprio e tem por missão garantir e promover a acção social complementar dos seus beneficiários (ASC) e gerir o sistema da assistência na doença aos militares das Forças Armadas (ADM).
2. Pergunta: E o CASÉVORA?
Resposta: O Centro de Apoio Social de Évora (CASÉVORA), localizado em Évora, na Rua de Mestre Resende nº5 – 7000 – 611 ÉVORA, é um dos Equipamentos Sociais do IASFA, I.P., e orienta as suas actividades de acordo com as directivas e instruções fixadas pelo Conselho Directivo do IASFA, I.P.
3. Pergunta: O IASFA teve sempre a mesma designação?
Resposta: Não. A anterior designação era - Serviços Sociais das Forças Armadas. Em 30 de Outubro de 1995, através do Decreto-Lei nº 284/95, é aprovado o Estatuto do Instituto de Acção Social das Forças Armadas, I. P. (IASFA, I.P.), o qual passou a integrar numa única entidade os Serviços Sociais das Forças Armadas e o Cofre de Previdências das Forças Armadas, bem como o Lar de Veteranos Militares, o Complexo Social de Oeiras e o Centro Médico e Educativo do Alfeite que passaram por sua vez a designar-se, respectivamente, Centro de Apoio Social de Runa, Centro de Apoio Social de Oeiras e Centro de Apoio Social do Alfeite.
4. Pergunta: Como se concretiza na prática a Acção Social Complementar?
Resposta: A ASC concretiza-se através dos seguintes meios:
• Equipamentos Sociais;
• Apoio domiciliário;
• Comparticipações Financeiras;
• Concessão de Empréstimos;
• Apoio à Habitação que se concretiza através da promoção do arrendamento social.
5. Pergunta: O que é isso da Assistência na Doença aos Militares das Forças Armadas a que se dá o nome de ADM?
Resposta: Através do Decreto-Lei nº 167/2005, de 23 de Setembro, foi estabelecido um novo regime de assistência na doença aos militares das Forças Armadas (ADM) que determinou a fusão dos subsistemas de assistência na doença aos militares da Armada (ADMA), do Exército (ADME) e da Força Aérea (ADMFA), cuja gestão passou a ser incumbência do IASFA, I.P.
6. Pergunta: O que tem feito o CASÉVORA ao longo dos últimos anos?
Resposta: O CASÉVORA, ao longo dos últimos anos, tem orientado o esforço das suas actividades no sentido de manter um contacto directo e permanente com os Beneficiários que se encontram na sua área de responsabilidade.
7. Pergunta: E qual é a área de responsabilidade do CASÉVORA?
Resposta: O CASÉVORA actua numa área geográfica de grandes dimensões, abrangendo 4 Distritos do Sul do País (Portalegre, Évora, Beja e Faro) e apoia cerca de 3400 Beneficiários Titulares, abrangendo um universo de cerca de 11000 pessoas, entre Beneficiários Titulares e Familiares (BT/BF).
8. Pergunta: Beneficiários Familiares?
Resposta: Sim. Todos aqueles que fazem parte do agregado familiar do Beneficiário Titular (que normalmente é o militar) são denominados de Beneficiários Familiares.
9. Pergunta: Quais são as actividades que têm?
Resposta: As actividades desenvolvidas pelo CASÉVORA contemplam genericamente as seguintes vertentes:
• Contactos directos com os Beneficiários e atendimentos diversos;
• Reuniões com os Beneficiários;
• Visitas domiciliárias;
• Reuniões / contactos com outras entidades / instituições;
• Comparticipações escolares;
• Passeios e convívios;
• Subsídios diversos;
• Apoios financeiros e de material ortopédico.
10. Pergunta: Com uma extensão tão grande como desenvolvem estas actividades?
Resposta: Como já foi dito, o CASÉVORA actua numa área de intervenção bem determinada e caracterizada social e economicamente, muito extensa, com grande dispersão dos Beneficiários que apoia, muitos deles, idosos e com grandes carências, com graves problemas de saúde e limitações físicas e psíquicas.
As referidas actividades não se circunscrevem apenas ao edifício Sede do Centro de Apoio Social. Decorrem prioritariamente no terreno, em trabalhos de campo, no contacto directo com as realidades, procurando encontrar, numa primeira abordagem, soluções junto das entidades/instituições regionais e locais em particular, junto das Instituições Particulares de Solidariedade Social (I.P.S.S.).
A componente técnica de Serviço Social assume uma especial relevância no desenvolvimento das actividades de apoio social complementar.
11. Pergunta: Quais os objectivos que pretende atingir com estas acções?
Resposta: Os objectivos são vários, por exemplo:
• Conhecer os problemas dos beneficiários, suas necessidades e preocupações;
• Procurar soluções para as situações mais prementes e específicas nos contactos com outras entidades /instituições de apoio social existentes na área de residência dos Beneficiários;
• Estudar os problemas e apresentar propostas e sugestões com vista à sua resolução;
• Acompanhar de perto a evolução das propostas formuladas;
• Manter os Beneficiários informados do andamento das propostas relativas aos seus casos concretos;
• Dar a conhecer o IASFA, I.P. e o CASÉVORA, suas actividades e potencialidades, através de uma difusão alargada da informação adequada e correcta.
Por último, constitui um instrumento precioso para a orientação do esforço de apoio social, o conhecimento aprofundado dos Beneficiários, suas doenças, suas limitações físicas e psíquicas, sua situação económica, seu agregado familiar e suas necessidades específicas, nomeadamente de apoio domiciliário.
12. Pergunta: Para este ano quais são as várias actividades que planeou realizar?
Resposta: As actividades são várias. Dando alguns exemplos:
• Contactos directos com os Beneficiários e atendimentos diversos;
• Visitas domiciliárias – cerca de 80 visitas programadas. Todas aquelas que não estando programadas, que são inopinadas são executadas de imediato. As referidas visitas são efectuadas pela Técnica Superior de Serviço Social, ou Assistente Social;
• Reuniões / contactos com outras entidades / instituições regionais e locais, ligadas directa ou indirectamente ao apoio social;
• Preparar e realizar 2 passeios, (um na Primavera e outro no Outono cujos destinos são normalmente Portugal e Espanha) e 2 convívios (Piscatório e de Natal), no âmbito da ocupação de tempos livres;
• Reuniões com os Beneficiários, cerca de 20, que têm lugar nas várias Unidades Militares da sua área de intervenção assim como nos diversos Núcleos da Liga dos Combatentes;
13. Pergunta: A quem se destinam as reuniões com os Beneficiários que pretende realizar?
Resposta: O público-alvo são essencialmente os militares dos três Ramos das Forças Armadas na situação de activo, reserva, reforma, viúvas e Deficientes das Forças Armadas onde se procura dar uma informação fiável e actualizada sobre os mais diversos assuntos de interesse geral e particular dos beneficiários e, de igual modo, responder às suas inúmeras dúvidas, preocupações e anseios que nos são colocados.
14. Pergunta: Acha que as reuniões e as outras actividades que tem realizado têm dado algum resultado? Isto é, acha que tem valido a pena?
Resposta: Sem dúvida. Estas medidas têm-se revelado bastante positivas pelo facto de, nos últimos dois anos, o número de beneficiários que nos procuram e nos contactam, ter aumentado bastante com especial incidência para aqueles que pretendem candidatar-se aos Centros de Recuperação e Residencial de Idosos do IASFA disponíveis no Centro de Apoio Social de Oeiras, Centro de Apoio Social de Runa e Centro de Apoio Social do Porto. Este último só no que se refere à vertente Residencial.
Por outro lado, com as visitas domiciliarias, desencadearam-se inúmeros processos de apoio aos nossos BT/BF, como por exemplo Subsídios de Apoio a 3ª Pessoa, Subsídios Especial de Lar, Subsídios Complementar Normal de Pensões, candidaturas para a Comparticipação Especial de Apoio na Deficiência e um número considerável de inscrições para as Residências de Idosos e/ou Centros de Recuperação do IASFA com especial relevo para o aumento nas candidaturas em que o beneficiário é autónomo e o cônjuge é dependente de terceira pessoa para a totalidade das suas actividades da vida diária.
15. Pergunta: Como consegue cumprir todas estas actividades? Os vossos serviços têm capacidade para concretizar tudo isto?
Resposta: Para podermos cumprir todas as actividades o CASÉVORA, reúne, para o efeito, determinadas características e capacidades:
• Dispõe de uma estrutura orgânica funcional adequada à sua missão, dimensão e actividades;
• O Posto de Atendimento da ADM (PAADM), em funcionamento desde 14 de Abril de 2008, veio acrescentar mais uma actividade às anteriores que já existiam no Centro de Apoio Social (CAS). Nesta sensível e importante área, o objectivo principal é o de proporcionar um atendimento de qualidade e com elevado profissionalismo relativamente ao tratamento e resolução dos mais variados assuntos que os inúmeros beneficiários que aqui se deslocam diariamente apresentam;
• Tem em acompanhamento permanente cerca de 70 processos de Beneficiários Titulares e Beneficiários Familiares (BT/BF) mais carenciados;
• Já falei anteriormente sobre as visitas domiciliárias e sobre as várias reuniões de informação e esclarecimento com os beneficiários e as diversas reuniões e contactos com outras entidades/ instituições regionais e locais que directa ou indirectamente estão relacionadas com o serviço e apoio social.
• No âmbito da ocupação de tempos livres e no que diz respeito aos passeios, entre 03 e 08 de Maio cerca de 50 Beneficiários realizaram um passeio a Espanha às regiões de Barcelona e de Valência. Vai ter lugar durante o mês de Junho, um convívio Piscatório que costuma contar com a participação de meia centena de participantes;
• Dispõe, na sua área de intervenção, de Blocos Habitacionais em Évora e Elvas.
16. Pergunta: Consta-se que tem tido algum apoio dos Órgãos de Comunicação Social. Pode explicar melhor esse tipo de apoio?
Resposta: É verdade. O apoio dos O.C.S. tem sido muito importante no que diz respeito à difusão da informação aos beneficiários. O Jornal Diário do Sul tem-nos dado um apoio excepcional através da publicação de inúmeros artigos sobre o CASÉVORA e o Instituto de Acção Social das Forças Armadas, nos vários eventos da responsabilidade dos nossos serviços.
Com competência e isenção, a imagem e o nome do IASFA têm sido projectados, levando a informação a um número considerável de beneficiários e às mais diversas entidades oficiais e particulares, que directa ou indirectamente se relacionam com o nosso instituto.
17.Pergunta: Muito mais me poderia contar sobre os seus serviços e sobre o que fazem no dia a dia, mas o nosso tempo está a esgotar-se. Para terminar quer deixar alguma mensagem aos seus Beneficiários?
Resposta: Sim. Pretendo dizer a todos que podem continuar a contar connosco e que nos contactem para os podermos ajudar e servir melhor. Estamos ao seu inteiro e permanente dispor para, dentro das nossas legais limitações, os esclarecer quanto às suas dúvidas e procurar resolver ou pelo menos minimizar os seus anseios e preocupações fazendo jus ao nosso lema – “ALI TEREIS SOCORRO E FORTE ESTEIO”.
Coronel Calado obrigado por nos ter concedido esta entrevista.
1.Pergunta:O que é o IASFA?
Resposta: O IASFA, I.P., é um Instituto Público integrado na administração indirecta do Estado, dotado de personalidade jurídica, com autonomia administrativa, financeira e património próprio e tem por missão garantir e promover a acção social complementar dos seus beneficiários (ASC) e gerir o sistema da assistência na doença aos militares das Forças Armadas (ADM).
2. Pergunta: E o CASÉVORA?
Resposta: O Centro de Apoio Social de Évora (CASÉVORA), localizado em Évora, na Rua de Mestre Resende nº5 – 7000 – 611 ÉVORA, é um dos Equipamentos Sociais do IASFA, I.P., e orienta as suas actividades de acordo com as directivas e instruções fixadas pelo Conselho Directivo do IASFA, I.P.
3. Pergunta: O IASFA teve sempre a mesma designação?
Resposta: Não. A anterior designação era - Serviços Sociais das Forças Armadas. Em 30 de Outubro de 1995, através do Decreto-Lei nº 284/95, é aprovado o Estatuto do Instituto de Acção Social das Forças Armadas, I. P. (IASFA, I.P.), o qual passou a integrar numa única entidade os Serviços Sociais das Forças Armadas e o Cofre de Previdências das Forças Armadas, bem como o Lar de Veteranos Militares, o Complexo Social de Oeiras e o Centro Médico e Educativo do Alfeite que passaram por sua vez a designar-se, respectivamente, Centro de Apoio Social de Runa, Centro de Apoio Social de Oeiras e Centro de Apoio Social do Alfeite.
4. Pergunta: Como se concretiza na prática a Acção Social Complementar?
Resposta: A ASC concretiza-se através dos seguintes meios:
• Equipamentos Sociais;
• Apoio domiciliário;
• Comparticipações Financeiras;
• Concessão de Empréstimos;
• Apoio à Habitação que se concretiza através da promoção do arrendamento social.
5. Pergunta: O que é isso da Assistência na Doença aos Militares das Forças Armadas a que se dá o nome de ADM?
Resposta: Através do Decreto-Lei nº 167/2005, de 23 de Setembro, foi estabelecido um novo regime de assistência na doença aos militares das Forças Armadas (ADM) que determinou a fusão dos subsistemas de assistência na doença aos militares da Armada (ADMA), do Exército (ADME) e da Força Aérea (ADMFA), cuja gestão passou a ser incumbência do IASFA, I.P.
6. Pergunta: O que tem feito o CASÉVORA ao longo dos últimos anos?
Resposta: O CASÉVORA, ao longo dos últimos anos, tem orientado o esforço das suas actividades no sentido de manter um contacto directo e permanente com os Beneficiários que se encontram na sua área de responsabilidade.
7. Pergunta: E qual é a área de responsabilidade do CASÉVORA?
Resposta: O CASÉVORA actua numa área geográfica de grandes dimensões, abrangendo 4 Distritos do Sul do País (Portalegre, Évora, Beja e Faro) e apoia cerca de 3400 Beneficiários Titulares, abrangendo um universo de cerca de 11000 pessoas, entre Beneficiários Titulares e Familiares (BT/BF).
8. Pergunta: Beneficiários Familiares?
Resposta: Sim. Todos aqueles que fazem parte do agregado familiar do Beneficiário Titular (que normalmente é o militar) são denominados de Beneficiários Familiares.
9. Pergunta: Quais são as actividades que têm?
Resposta: As actividades desenvolvidas pelo CASÉVORA contemplam genericamente as seguintes vertentes:
• Contactos directos com os Beneficiários e atendimentos diversos;
• Reuniões com os Beneficiários;
• Visitas domiciliárias;
• Reuniões / contactos com outras entidades / instituições;
• Comparticipações escolares;
• Passeios e convívios;
• Subsídios diversos;
• Apoios financeiros e de material ortopédico.
10. Pergunta: Com uma extensão tão grande como desenvolvem estas actividades?
Resposta: Como já foi dito, o CASÉVORA actua numa área de intervenção bem determinada e caracterizada social e economicamente, muito extensa, com grande dispersão dos Beneficiários que apoia, muitos deles, idosos e com grandes carências, com graves problemas de saúde e limitações físicas e psíquicas.
As referidas actividades não se circunscrevem apenas ao edifício Sede do Centro de Apoio Social. Decorrem prioritariamente no terreno, em trabalhos de campo, no contacto directo com as realidades, procurando encontrar, numa primeira abordagem, soluções junto das entidades/instituições regionais e locais em particular, junto das Instituições Particulares de Solidariedade Social (I.P.S.S.).
A componente técnica de Serviço Social assume uma especial relevância no desenvolvimento das actividades de apoio social complementar.
11. Pergunta: Quais os objectivos que pretende atingir com estas acções?
Resposta: Os objectivos são vários, por exemplo:
• Conhecer os problemas dos beneficiários, suas necessidades e preocupações;
• Procurar soluções para as situações mais prementes e específicas nos contactos com outras entidades /instituições de apoio social existentes na área de residência dos Beneficiários;
• Estudar os problemas e apresentar propostas e sugestões com vista à sua resolução;
• Acompanhar de perto a evolução das propostas formuladas;
• Manter os Beneficiários informados do andamento das propostas relativas aos seus casos concretos;
• Dar a conhecer o IASFA, I.P. e o CASÉVORA, suas actividades e potencialidades, através de uma difusão alargada da informação adequada e correcta.
Por último, constitui um instrumento precioso para a orientação do esforço de apoio social, o conhecimento aprofundado dos Beneficiários, suas doenças, suas limitações físicas e psíquicas, sua situação económica, seu agregado familiar e suas necessidades específicas, nomeadamente de apoio domiciliário.
12. Pergunta: Para este ano quais são as várias actividades que planeou realizar?
Resposta: As actividades são várias. Dando alguns exemplos:
• Contactos directos com os Beneficiários e atendimentos diversos;
• Visitas domiciliárias – cerca de 80 visitas programadas. Todas aquelas que não estando programadas, que são inopinadas são executadas de imediato. As referidas visitas são efectuadas pela Técnica Superior de Serviço Social, ou Assistente Social;
• Reuniões / contactos com outras entidades / instituições regionais e locais, ligadas directa ou indirectamente ao apoio social;
• Preparar e realizar 2 passeios, (um na Primavera e outro no Outono cujos destinos são normalmente Portugal e Espanha) e 2 convívios (Piscatório e de Natal), no âmbito da ocupação de tempos livres;
• Reuniões com os Beneficiários, cerca de 20, que têm lugar nas várias Unidades Militares da sua área de intervenção assim como nos diversos Núcleos da Liga dos Combatentes;
13. Pergunta: A quem se destinam as reuniões com os Beneficiários que pretende realizar?
Resposta: O público-alvo são essencialmente os militares dos três Ramos das Forças Armadas na situação de activo, reserva, reforma, viúvas e Deficientes das Forças Armadas onde se procura dar uma informação fiável e actualizada sobre os mais diversos assuntos de interesse geral e particular dos beneficiários e, de igual modo, responder às suas inúmeras dúvidas, preocupações e anseios que nos são colocados.
14. Pergunta: Acha que as reuniões e as outras actividades que tem realizado têm dado algum resultado? Isto é, acha que tem valido a pena?
Resposta: Sem dúvida. Estas medidas têm-se revelado bastante positivas pelo facto de, nos últimos dois anos, o número de beneficiários que nos procuram e nos contactam, ter aumentado bastante com especial incidência para aqueles que pretendem candidatar-se aos Centros de Recuperação e Residencial de Idosos do IASFA disponíveis no Centro de Apoio Social de Oeiras, Centro de Apoio Social de Runa e Centro de Apoio Social do Porto. Este último só no que se refere à vertente Residencial.
Por outro lado, com as visitas domiciliarias, desencadearam-se inúmeros processos de apoio aos nossos BT/BF, como por exemplo Subsídios de Apoio a 3ª Pessoa, Subsídios Especial de Lar, Subsídios Complementar Normal de Pensões, candidaturas para a Comparticipação Especial de Apoio na Deficiência e um número considerável de inscrições para as Residências de Idosos e/ou Centros de Recuperação do IASFA com especial relevo para o aumento nas candidaturas em que o beneficiário é autónomo e o cônjuge é dependente de terceira pessoa para a totalidade das suas actividades da vida diária.
15. Pergunta: Como consegue cumprir todas estas actividades? Os vossos serviços têm capacidade para concretizar tudo isto?
Resposta: Para podermos cumprir todas as actividades o CASÉVORA, reúne, para o efeito, determinadas características e capacidades:
• Dispõe de uma estrutura orgânica funcional adequada à sua missão, dimensão e actividades;
• O Posto de Atendimento da ADM (PAADM), em funcionamento desde 14 de Abril de 2008, veio acrescentar mais uma actividade às anteriores que já existiam no Centro de Apoio Social (CAS). Nesta sensível e importante área, o objectivo principal é o de proporcionar um atendimento de qualidade e com elevado profissionalismo relativamente ao tratamento e resolução dos mais variados assuntos que os inúmeros beneficiários que aqui se deslocam diariamente apresentam;
• Tem em acompanhamento permanente cerca de 70 processos de Beneficiários Titulares e Beneficiários Familiares (BT/BF) mais carenciados;
• Já falei anteriormente sobre as visitas domiciliárias e sobre as várias reuniões de informação e esclarecimento com os beneficiários e as diversas reuniões e contactos com outras entidades/ instituições regionais e locais que directa ou indirectamente estão relacionadas com o serviço e apoio social.
• No âmbito da ocupação de tempos livres e no que diz respeito aos passeios, entre 03 e 08 de Maio cerca de 50 Beneficiários realizaram um passeio a Espanha às regiões de Barcelona e de Valência. Vai ter lugar durante o mês de Junho, um convívio Piscatório que costuma contar com a participação de meia centena de participantes;
• Dispõe, na sua área de intervenção, de Blocos Habitacionais em Évora e Elvas.
16. Pergunta: Consta-se que tem tido algum apoio dos Órgãos de Comunicação Social. Pode explicar melhor esse tipo de apoio?
Resposta: É verdade. O apoio dos O.C.S. tem sido muito importante no que diz respeito à difusão da informação aos beneficiários. O Jornal Diário do Sul tem-nos dado um apoio excepcional através da publicação de inúmeros artigos sobre o CASÉVORA e o Instituto de Acção Social das Forças Armadas, nos vários eventos da responsabilidade dos nossos serviços.
Com competência e isenção, a imagem e o nome do IASFA têm sido projectados, levando a informação a um número considerável de beneficiários e às mais diversas entidades oficiais e particulares, que directa ou indirectamente se relacionam com o nosso instituto.
17.Pergunta: Muito mais me poderia contar sobre os seus serviços e sobre o que fazem no dia a dia, mas o nosso tempo está a esgotar-se. Para terminar quer deixar alguma mensagem aos seus Beneficiários?
Resposta: Sim. Pretendo dizer a todos que podem continuar a contar connosco e que nos contactem para os podermos ajudar e servir melhor. Estamos ao seu inteiro e permanente dispor para, dentro das nossas legais limitações, os esclarecer quanto às suas dúvidas e procurar resolver ou pelo menos minimizar os seus anseios e preocupações fazendo jus ao nosso lema – “ALI TEREIS SOCORRO E FORTE ESTEIO”.
Coronel Calado obrigado por nos ter concedido esta entrevista.
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